Uma compensação fiscal é oferecida às diversas emissoras obrigadas a apresentar a propaganda política, mas algo que é insuficiente para cobrir os prejuízos comerciais e de audiência registrados, além do que isto poderá representar na continuidade em relação aos outros meios.

E uma coisa que, quer queiram ou não, acaba por caracterizar uma enorme injustiça. Se hoje os canais abertos têm na TV fechada uma das concorrências mais sérias, por que a lei termina por penalizar apenas um lado e beneficiar o outro?

É uma distorção que para os tempos ou pleitos futuros tem que ser corrigida. Do jeito que é só evidencia o quadro da concorrência desleal.

Flávio Ricco Colunista do UOL